sexta-feira, 15 de abril de 2016

Ibirataia: Diagnosticada com H1N1, mulher diz que não teve nenhum apoio do município

Gabriela e sua filha foram diagnostica com o vírus da H1N1
A reportagem do GIRO manteve contato com a enfermeira Gabriela Forte, diagnosticada, juntamente com sua filha de 02 anos de idade, com a gripe H1N1. A moradora de Ibirataia mostrou-se preocupada com os riscos da proliferação da doença e o descaso da Secretaria de Saúde do município em relação à epidemia. Em conversa por telefone, Gabriela afirmou que em momento algum recebeu o apoio da Vigilância Epidemiológica para que pudesse evitar que outras pessoas do seu círculo de amizade e familiar pudessem ser infectadas. “Eu não tive nenhum apoio da Vigilância Epidemiológica do município de Ibirataia. Ninguém me ligou para saber quais foram os meus contatos nesses dias para que pudesse fazer uma notificação, buscar um por um para saber se estavam com alguns sintomas”, disse Gabriela ao GIRO. A preocupação da enfermeira é que o vírus tenha se alastrado e feito outras vítimas no município. Ainda segundo enfermeira, nessa sexta-feira (15) a jovem que trabalha na sua casa como babá apresentou sintomas semelhantes ao da gripe e foi hospitalizada.

Em contato com o GIRO, via telefone, a babá Michele Santos de Oliveira informou que deu entrada no hospital às 15h30 e até às 18h ainda não havia medicada, tampouco passou por exames que pudessem diagnosticar a doença. “Comecei espirrar ontem (quinta-feira), ai tomei um multigripe. Mas não passou. Hoje pela manhã amanheci tossindo, com falta de ar, dor de cabeça e febre”, relatou. Além da babá, outros integrantes da família de Gabriela também apresentaram sintomas de gripe, inclusive o seu pai, um idoso de 82 anos de idade. Segundo relatos do esposo de Gabriela, Rodrigo Mendonça, no sábado, dia 09 de abril, quando a sua esposa foi diagnosticada com o vírus H1N1, a responsável pela Vigilância Epidemiológica foi comunicada do fato. Após serem internadas numa Clínica em Ipiaú, Gabriela e sua filha Lara foram transferidas para Salvador. Mãe e filha passam bem e já receberam alta da unidade hospitalar. Nossa reportagem não conseguiu contato com a Secretaria de Saúde de Ibirataia para comentar o assunto. (Giro em Ipiaú)

1 comentários:

Renata Almeida disse...

Boa noite! Sou técnica em enfermagem e trabalho no hospital em que Michele (babá) e a família da enfermeira foi atendida. As informações citadas a cima não procedem!

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