sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Mutirão de Cirurgias inicia exames pré-operatórios em Ipiaú

Exames são realizados na unidade móvel (Foto:Giro em Ipiaú)
Com expectativa de atender 13 mil baianos no período de um ano, o Mutirão de Cirurgias teve  início nesta sexta-feira (02). O projeto, vinculado ao programa Saúde sem Fronteiras, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), inicia suas atividades em Ipiaú. Além dos moradores do município, esta primeira etapa beneficiará residentes de Aiquara, Barra do Rocha, Dário Meira, Ibirataia, Itagi, Itagibá e Jitaúna. De acordo com o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, “inicialmente o atendimento será para os pacientes que tenham o cadastro nominal completo no Sistema de Gestão de Cirurgias Eletivas – Lista Única, e necessitam de cirurgias de Hérnias inguinal, umbilical, recidiva e epigástrica, Vesícula (colecistectomia), Miomectomia e Histerectomia”, explica. Nos três primeiros dias do mutirão serão realizados exames pré-operatórios em uma unidade móvel, que ficará na Praça Rui Barbosa, em Ipiaú. Serão feitos Eletrocardiograma, RX de tórax (maiores de 45 anos), Ultrassonografia e consultas do cirurgião e anestesista. As cirurgias serão realizadas de 5 a 22 de setembro, no Hospital Geral de Ipiaú. Segundo João Sampaio, diretor do HGI, informou ao GIRO que serão realizadas em média 20 cirurgias por dia na unidade hospitalar. 
Foto:Giro em Ipiaú
Com investimento de aproximadamente R$ 30 milhões, o objetivo da ação é reduzir a fila de espera para a realização de seis procedimentos médicos. A ação, inédita no País, foi lançada no dia 15 de agosto pelo governador Rui Costa, em companhia da primeira-dama do Estado, Aline Peixoto, e do secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas. O Governo do Estado disponibilizará a equipe médica e toda a estrutura para os procedimentos, além do acompanhamento do paciente após a cirurgia. Os atendimentos médicos serão realizados nos hospitais estaduais e nas unidades complementares de cada região do estado. Isso permitirá que o paciente tenha maior comodidade e não faça grandes deslocamentos. As prefeituras serão responsáveis pelo cadastramento e por garantir o acesso dos pacientes às cidades onde serão realizados os procedimentos.

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