sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Jequié: Estudante foi morta depois de recusar aborto, diz polícia

Jovem teria recusado abortar e foi morta pelo namorado.
A Polícia Civil levou 14 dias para concluir o inquérito policial sobre a morte da jovem Érica, assassinada a pedradas na estrada da torre, em Jequié. Os policiais da Delegacia Territorial tiveram êxito no cumprimento da prisão preventiva do suspeito André Santos de Jesus, indiciado pelo crime de homicídio qualificado praticado contra a adolescente Érica, morta a pedradas no dia 30 de agosto, no alto do morro do Totonho. Segundo o delegado Cristiano Mangueira, a vítima teria sido levada na garupa de uma motocicleta para o local pelo autor do crime e morta com golpes de pedras desferidas na cabeça. Foi apurado que a vítima estava grávida e o referido suspeito não aceitou a gravidez, exigindo da mesma que fizesse o aborto, mas Érica teria se recusado. André teria ficado enraivecido e proferido ameaças. Inclusive no dia do crime o mesmo discutiu com a vítima por conta da gravidez. Diante das provas obtidas, o Delegado de Polícia Titular representou pela prisão do suspeito, pedido referendado pelo Ministério Público, sendo expedido pelo Juiz Titular da Vara do Júri a ordem prisional, devidamente cumprida por investigadores do SI/DT na manhã do dia 14 de setembro. A Polícia Civil aguarda a conclusão dos laudos periciais para encerramento do caso. Nenhuma linha de investigação foi Descartada no presente caso, sendo percorridos todos os caminhos possíveis para elucidação do crime. Trata-se de investigação complexa, cujos laudos periciais demoram para ser concluídos. O autor identificado ainda responderá pelo crime de aborto, além do crime de homicídio qualificado. *Júnior Mascote

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