quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Veja os destaques da Coluna Rapatição Cultura

A arte de Junier
Em Santa Felicidade, bairro da cidade de Curitiba, no Paraná, Jurnier Costa mostra sua criatividade em coloridíssimas telas em acrílico e a óleo com temas variados. Sua produção é cada vez maior. A religiosidade ganha destaque com uma cena da Sagrada Família. 
A guitarra de Kaco Santana
Boa presença no palco, altos solos, irreverência e criatividade são algumas das múltiplas características do guitarrista e vocalista Kaco Santana, militante da vanguarda do Coletivo Cultural de Ipiaú. Atualmente na Banda Primitiva ele já atuou em importantes grupos musicais da Bahia, inclusive na conquistense SS433 que passou uma longa temporada em São Paulo, fazendo sucesso com o hit “A Torre Blue da Igreja de Ipiaú”.
Cantata Natalina
Sob a regência da professora  Noélia Matos, o  Coral da AABB Comunidade vem fazendo sucesso com seu novo espetáculo: a cantata natalina “Encontro na Manjedoura” que traz a história do nascimento de Jesus e tem como cenário um moderno Shopping Center. As apresentações na PIB de Rio Novo, domingo, 27/11, e no auditório da AABB/Ipiaú, quarta-feira, 30/11, foram apoteóticas. O coro é formado por 35 crianças oriundas das zonas periféricas de Ipiaú. Elas foram selecionadas pela afinação e entonação, sendo que algumas se destacam como solista. Licenciada em Artes Cênicas a professora Noélia Mattos tem vasta experiência com projetos musicais estando há mais de 20 anos realizando trabalhos musicais com as crianças carentes.
De volta aos palcos
Bons ventos trazem de volta aos palcos ipiauenses a talentosa atriz e poetisa Lurdinha Bezerra. Seus recitais são simplesmente magistrais e suas performances extrapolam limites da normalidade. É muita arte reunida em uma só pessoa. Lurdinha fez parte da Casa da Cultura, e protagonizou importantes peças, além de ter sido uma das precursoras do teatro de fantoches nesta cidade. Ipiaú só tem a ganhar com o seu retorno à ribalta. 
O pioneirismo de Alberto Pinto
Em tempo de renascimento da cultura artística de Ipiaú é bom lembrar-se de raízes sólidas como o musicista Alberto Pinto. Por volta de 1926 ele promovia autênticos saraus em sua casa. Tocando sua flauta e acompanhado por amigos que executavam bandolim, violino e harmônica o popular “Major Albertino” incentivava a juventude a dançar, cantar, declamar poesias. Desses saraus surgiu o Grupo Musical São Salvador, que adiante evoluiu para a Filarmônica Alberto Pinto, denominação dada em memória do seu criador. Na década de 1930, Olívio Silva mostrava seu talento de exímio pianista em concertos  que encantavam a sociedade da época. Coube a ele, juntamente com outros dois músicos: Bastinhos e Dória, a fundação do “Jazz de Rio Novo”. Estes e outros detalhes da nossa cultura artística estão sendo resgatados pelo Coletivo Cultural de Ipiaú, movimento que articulou o espetáculo GRITO DE IMPROVISO e pretende avançar com muitas outras importantes ações. (Giro/José Américo Castro)

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