segunda-feira, 19 de junho de 2017

Isaquias Queiroz fala dos projetos para o 2º semestre desse ano

Baiano treina para ganhar o campeonato mundial em agosto na República Tcheca.
Isaquias Queiroz, 23, gosta de marcar na pele o que lhe é mais precioso. Tem tatuado, nos braços e no dorso, desenhos de si cruzando a linha de chegada, o nome da mãe e os aros olímpicos. Seu mais recente acréscimo foi um relógio -complementado com outra imagem dele, remando, à frente de uma cruz e de uma lua. Se descontada a bizarrice paisagística, o relógio faz sentido. Os ponteiros indicam o tempo de 3min46s, o que para o baiano é simbólico. "É o tempo que tenho que fazer para ganhar uma medalha no Mundial", afirmou à beira da lagoa onde treina em Lagoa Santa (MG). A referência é ao torneio em Racice (República Tcheca), agendado para agosto. Isaquias, primeiro brasileiro a conquistar três medalhas em uma única Olimpíada, quer manter o embalo na principal competição do ano. A meta para 2017 não interfere em sonhos maiores, demais pódios nos Jogos de Tóquio, daqui a três anos, para marcar a tinta mais façanhas. Além das aspirações no esporte, ele espera o nascimento do primeiro filho com a noiva, Laina, para setembro. Nesta entrevista, Isaquias fala de patrocínios –perdeu apoio da Samsung e da Petrobras– e da importância em sua vida do técnico espanhol Jesus Morlán, que luta contra um câncer no cérebro. Leia a entrevista na FOLHA

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