terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Um ano de Coletivo Cultural em Ipiaú

Na tarde do  dia 2 de Dezembro de 2016 o Coletivo Cultural de Ipiaú mostrava sua cara para a comunidade local. A estreia se deu através do Grito de Improviso,  um evento que teve como palco a Praça  Rui Barbosa, reunindo músicos, dançarinos, poetas, vocalistas, capoeiristas, dentre  outros  artistas desta cidade. Até chegar a esse ponto aconteceu uma série de reuniões nas salas do Campus  21 da UNEB  com o objetivo de preparar o ato público e elaborar um manifesto reivindicando a implantação do Sistema Municipal de Cultural. O Grito ecoou em bons desdobramentos.
O Coletivo avançou, mesmo enfrentando dificuldades e incompreensões. Alguns dos membros fundadores desertaram, outros permaneceram e trouxeram outros. O grupo continua crescendo, acrescentando contribuições, conjugando a grandeza da arte.
Ao longo de um ano existência promoveu as seguintes realizações: Iº Encontro de Arte e Cultura, no Salão do Plenário da Câmara Municipal; Campanha e Audiência Publica pela manutenção do Rio Novo Tênis Clube; Lançamento dos livros “Portas do Éden” e “Anésia Cauaçu”, respectivamente escritos pelos jornalistas José Américo Castro e Wilson Midlej;  Salão de  Artes  Visuais (pinturas, fotografias, desenhos e esculturas), além de espetáculos de artes cênicas (teatro, shows musicais e reisados); apoio ao tradicional Show de Calouros do produtor de eventos  e comunicador João Araújo; Reativação da Casa da Cultura; participação na Audiência Pública para Criação do Sistema Municipal de Cultura de Ipiaú; exposições do artista plástico Jackson Alves e dos carros antigos do Lendas Clube. Apoio à  terceira edição do “Encontro de Raízes”, evento beneficente promovido pelo artista Marcio Barreto que reuniu três bandas de reggae: Leões de Jah, Toca dos Leões e Legionários do Reggae.   (Giro/ José Américo Castro).

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