quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Prefeito ACM Neto é acusado de não pagar direitos autorais dos artistas; Entenda o caso

Foto: Reprodução Internet
O prefeito de Salvador, ACM Neto, está sendo acusado de passar o calote aos profissionais da musica. Isto porque, a prefeitura não efetuou o pagamento de direitos autorais aos artistas que se apresentam na capital baiana. Revoltados, músicos renomados como; Marisa Monte, Marina Lima, Caetano Veloso, Paula Lavigne, Djavan, Xande de Pilares, Mart'nália, Lan Lan, Mauricio Mattar, Paula Burlamaqui, Diogo Nogueira, Léo Gandelman, Mosquito, Flávio Renegado e Nando Reis aderiram a campanha que obriga o pagamento dos direitos ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). Nas redes sociais, um vídeo que começou a ser vinculado nesta segunda-feira (30), diz a seguinte mensagem: “Carnaval é alegria, é dança, é música. Música. Imagina um carnaval sem música. Quando não se paga direitos autorais só quem dança é o autor. A prefeitura de Salvador não paga direitos autorais, você concorda com isso?” Confira abaixo o post feito pelo cantor Caetano Veloso:

‪ Salvador foi eleita a “cidade da música” pela Unesco e é a capital brasileira que mais promove festas e eventos ao longo do ano. Porém, a prefeitura da cidade é desrespeitosa e prejudicial com os autores, pois os direitos autorais de eventos públicos, como o Carnaval e o Réveillon, não são pagos devidamente. O débito há dois anos era de cerca de R$ 30 milhões. Em 2014, foi proposto que a prefeitura pagasse R$ 8 milhões, mas a proposta foi recusada pelo prefeito @acmnetooficial. O Ecad já moveu inúmeras ações e continua acionando a cidade e tentando um diálogo. Porém, a prefeitura não se dispõe a negociar. Precisamos nos mobilizar para enfrentar esse absurdo. Veja e divulgue o vídeo abaixo 👇🏽 A pressão é fundamental para revertermos esse quadro. Mais informações em: https://goo.gl/DrjrjN https://goo.gl/bXUcak #APS #APSUnida #DireitosAutorais #SOSDireitodAutorais #ProcureSaber 🔍
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 “O Ecad já moveu inúmeras ações e continua acionando a cidade e tentando um diálogo. Porém, a prefeitura não se dispõe a negociar. Precisamos nos mobilizar para enfrentar esse absurdo”, ressaltou o manifesto.

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