Leitor comenta sobre reforma da Praça Ruy Barbosa


“Não é a Sucupira, do fantástico Dias Gomes, nem mesmo a Macondo, do Nobel de Literatura, Gabriel Garcia Márques, já que na primeira, os opositores de Odorico Paraguaçu eram inteligentes e criativos, enquanto que na Macondo de 100 Anos de Solidão, a população inteira perdera a memória. Essa história se passa em Ipiaú, em pleno 2014, onde um grupo de oposição, o mesmo que, talvez por ter sofrido a maior derrota política já vista no município, está esperneando, xingando, tendo ataques de nervos, e crises de diarreia, não pelo prefeito estar perseguindo-os, prejudicando-os, nem pondo milícias ou seguranças para molestá-los ou fazê-los se calar. Muito pelo contrário, e põe contrário nisso. Por incrível que pareça, as crise de inconformismo aguda do grupo oposicionista se dá pelo fato de o gestor municipal estar realizando uma série de obras, entre elas, e principalmente, a requalificação da praça Rui Barbosa, a principal praça da cidade, a qual não recebe uma reforma há mais de 30 anos, e apresente inúmeros sinais de degradação no piso, iluminação, canteiros e outros mais. Tal qual o atrapalhado e esfarrapado exército de Brancaleone, que corria a Europa do século XIV buscando governar um feudo qualquer, sem saber nenhuma tática de guerra ou mesmo manipular uma lança se quer, esses soldados às avessas, buscam no discurso vazio, no proselitismo barato e na criação de factoides, fazer com que a população vá de encontro ao que ela sempre quis e espera dos gestores, obras, serviços, benefícios. 
O que mais espanta nas atitudes desvairadas desses ditos porta vozes da oposição ipiauense, é que o esperneio, o xingamento e a insatisfação acontecem porque o prefeito está fazendo coisas que eles não fizeram nos oito anos que passaram pela prefeitura: não trouxeram SAMU, asfalto, creche, biblioteca, nova praça, centro de cultura, pista de cooper, ciclovia, e hoje reclamam porque o gestor consegue trazer. Onde estavam esses ambientalistas e defensores da ordem e da decência, que hoje gritam, quando o ex-prefeito cometeu o crime do utópico Parque da Cidade, desviando milhões de reais, ou mesmo quando construiu uma unidade de saúde da família em cima do esgoto?
O povo de Ipiaú quer a praça requalificada, quer a quadra esportiva coberta, quer o centro cultural, quer novas unidades de saúde, quer asfalto, que pista de cooper e ciclovia, o povo quer ver e usufruir de obras e benefícios. Quanto aos soldados de Brancaleone, vão continuar maldizendo a obra porém, na calada da noite, sem que ninguém testemunhe, estarão metendo os olhos nas gretas do tapume para ver em que pé está a obra, e certamente lamentarão: “Não é que a miséria da obra tá ficando bonita. Que diabo”. E assim seguirão sua inglória e mal paga missão de criticar, xingar, difamar o governo municipal, tal qual fazem os insetos que voam em torno da lâmpada, girando, girando na louca ciranda dos contrários, e caem no chão, sem força, sem asas, sem nada”. O comentário foi enviado pelo leitor Fernando S. Cruz Lemos.