Empresário leva gravata na frente da filha e acusa banco e PM de racismo

terça-feira, fevereiro 26, 2019
Cliente alegou que esperava atendimento na agência por mais de 4 horas.
O empresário Crispim Terral, 34 anos, acusa a Caixa Econômica Federal de racismo, após ter sido expulso de uma agência e retirado à força pela Polícia Militar, que atendeu ao chamado da gerência da unidade, que fica no Relógio de São Pedro, na Avenida Sete de Setembro, em Salvador. A ação, que ocorreu na tarde da terça-feira (19) passada, foi toda gravada e as imagens divulgadas em uma rede social do empresário. Crispim é proprietário da Farmácia Terral, em Salinas das Margaridas, no Recôncavo baiano. Crispim denunciou que, após esperar por mais de quatro horas na agência, para receber um atendimento, o gerente pediu que ele se retirasse. Após negativa do cliente, o funcionário acionou uma equipe da Polícia Militar. 
Em contato com o CORREIO, Crispim contou que, durante dois meses, vem mantendo contato com a agência bancária para receber o comprovante de pagamento de dois cheques. Um no valor de R$1 mil e outro no de R$1.056 - ambos foram devolvidos pela agência, em novembro do ano passado, sob alegação de que não havia saldo na conta para compensá-lo. No entanto, após o pagamento, o valor foi descontado. Ele cobrava o estorno de R$ 2.056, retirado de forma indevida da sua conta, e o comprovante de que o pagamento havia sido efetuado pelo banco.  Após ir sete vezes na agência e não conseguir solucionar o problema, o empresário resolveu procurar atendimento mais uma vez na semana passada. Leia mais no CORREIO