Coluna Fractais Culturais


SABOR E CULTURAAconteceu na noite da última sexta-feira, 29, a inauguração das novas instalações do Restaurante Pimenta de Cheiro. O estabelecimento ocupa o prédio do antigo Cine Teatro Éden, preservando suas linhas arquitetônicas e homenageando, com fotografias, nomes que fizeram a história do espaço cultural. Seu Ricardo, um negro gaúcho arretado, mostrou que tem talento visionário e criatividade. O ambiente aconchegante possibilitará bons papos, doces recordações, apimentados momentos de lazer, grandes espetáculos. Agora é prestigiar.

VITÓRIA IPIAUENSEAlunos e professores do Complexo Integrado de Educação de Ipiaú -CIEI-, antigo Colégio Modelo, celebram uma grande vitória. Na culminância dos projetos estruturantes de arte e cultura, promovida, recentemente, pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, por meio do Núcleo Territorial de Educação do Sudoeste Baiano, em Jequié, eles conquistaram prêmios, de primeiro lugar, em teatro, dança e canto coral, concorrendo com estudantes das unidades escolares da região.A delegação ipiauense esteve sob o comando da professora Jordenes Santos Silva (Diretora do CIEI), e contou com as participações da coordenadora pedagógica, Ediórgia Reis, do diretor teatral, Paulo Souza, do coordenador de projetos artísticos e culturais, Leonardo Felix, e do regente de canto e coral, Clodoaldo de Assis. Foram magníficas as apresentações da Companhia Teatral Quarta Parede, da Companhia de Dança Corpus Ciei e do Coral Doces Vozes. Os projetos estruturantes visam dinamizar o ambiente escolar e promover o protagonismo estudantil por das criações em distintas linguagens.

A ARTE BROTA DA CABEÇAO Programa Integração AABB Comunidade, apresentou no dia 22 de novembro, na Praça Salvador da Matta, a culminância do projeto: “A Arte Brota da Cabeça”. O evento, organizado pela professora Celiana Gabriel, objetivou despertar, nos alunos e comunidade envolvida, a valorização da cultura afro descendente, oportunizando a execução de artes manuais elucidando a cultura afro. A prefeita Maria das Graças fez questão de assistir a todas as apresentações e aplaudir os artistas em cena.

NOVEMBRO NEGRO NA UNEB“De 20 a 27 de novembro, o Campus 21 da UNEB, realizou a Semana da Consciência Negra, com o tema: Aquilombamento, Resistência e Identidade-Perspectiva de Luta na Contemporaneidade”. Palestras, debates, roda de conversa, recitais, exibição de filmes e documentários fizeram parte da programação que foi aberta com um show do reggae man Zé di Assis e a banda Roots Lion.

EM GONGOGI Na cidade de Gongogi, a Associação Cultural e Beneficente Antonio Pereira Barbosa – ACAPEB, exibiu a exposição fotográfica “Além dos Olhos Negros”, resultante de imagens capturadas pelo fotógrafo Eduardo Soares durante a oficina de maquilagem, penteado e turbantes, realizada na Semana da Consciência Negra. Eduardo começou a fotografar em 2013 e desde então tem obtido excelentes resultados e mostrado capacidade técnica excelente, além de muita sensibilidade.

LIVRO DE LUCIANO PINHEIROO advogado ipiauense Luciano Pinheiro, lançou, em Brasília, o livro “Os Símbolos do Desporto – Aspectos Jurídicos”. A obra também é assinada pelo advogado Maurício Corrêa da Veiga, Presidente da Comissão de Direito Desportivo do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), e diretor do departamento jurídico do Vasco da Gama( RJ). “O livro é um estudo da relação da propriedade intelectual com o esporte no que concerne aos símbolos dos clubes. Uma pesquisa sobre como o direito brasileiro encara os nomes, os escudos, os hinos, as bandeiras dos times. É um estudo atual na medida em que traz temas como a venda desses símbolos e seu impacto nas vagas dos clubes nos campeonatos, as apostas esportivas, a governança nos contratos de licença dos símbolos, entre outros. Na foto que ilustra esta nota, Luciano aparece junto com sua família.

A LITERATURA DE JEAN CARLO VITORINONatural de Ipiaú, o escritor Jean Carlo Vitorino trabalha em mais um livro. “Em Nome do Pai”, será o sexto titulo da sua produção literária. Trata-se de um romance de ficção que fala de pais (homens) que abortam a família depois de muito tempo de convivência. Outros livros escritos por Jean são: “Lázaro”, “Dei-me Flores em Vida”, “Reflexo de Pierrô”, “Dora e as Filhas das Sombras” e “As Sete Sentenças”. Em São Paulo, onde morou, por 19 anos, Jean Carlo Vitorino conheceu o espiritismo de Alan Kardec e o Budismo de Nitiren Daishonin, que lhes deram subsídios para os enredos das suas obras de ficção.

LANÇAMENTO EM IPIAÚSerá no próximo dia 6 de dezembro (sexta-feira), às 19 horas, na Brasa Burguer, em Ipiaú, o lançamento de Avenida Oceânica 3003, o novo livro de Achel Tinôco. A obra de ficção traz a história de uma garota de programa. O escritor e a acompanhante se envolvem numa tentativa infundada de determinar que tipo de amor conquistariam, que não fosse aquele eterno de toda cama. Mas, afinal, somente o leitor determinará em qual capítulo a cena de sexo se recriará.

ZUZU NA RÁDIO LIVREA jornalista Zulmira de Souza, mais conhecida como Zuza, que é uma das principais profissionais de comunicação na área de sustentabilidade e idealizadora do programa Repórter Esso, da TV Cultura, esteve visitando o Horto Florestal de Ipiaú, a convite do professor Eritan Alves, e aproveitou a estadia nesta cidade para conceder uma entrevista ao programa Imprensa Livre, na Rádio Livre de Ipiaú. Foi uma pauta muito interessante que com certeza ficará marcada na historia da emissora e dos seus apresentadores Álvaro Luis e José Américo Castro.

NA LUTA PELO CHORINHODentre os músicos brasileiros que lutam pela sobrevivência do chorinho, está, o quase ipiauense, Juvino Alves Filho. Ele possui Graduação em Instrumento (Clarineta) pela Universidade Federal da Bahia e especialização, no mesmo instrumento, pela Escola Estadual Superior de Música e Artes Cênicas de Stuttgart-Alemanha. Além de doutorado pela UFBa, além de ser professor de música da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Juvino não tem medido esforços para o choro que surgiu no Rio de Janeiro em meados do século XIX, com a mistura de influências negra, européia e indígena, siga o seu caminho genuíno e fixe cada vez mais como um gênero brasileiríssimo. (Giro/José Américo Castro).