Festival Internacional do Chocolate e Cacau tem 11ª edição em Ilhéus


Foto: Setur/ Divulgação

A 11ª edição do Festival Internacional do Chocolate e Cacau chega à cidade de Ilhéus, na quinta-feira (18). O evento será no Centro de Convenções do município e segue até o domingo (21). Produtos de 13 empreendimentos solidários de diversas cidades do sul da Bahia serão vendidos durante o festival. Entre os destaques, está o lançamento de um creme de cacau produzido por um grupo de empreendedoras da zona rural de Camacan.

Além disso, a programação do festival também contará com cursos, palestras, workshops, feira e ateliê do chocolate, exposições de arte, turismo em fazendas, espaço educativo para crianças e shows com artistas regionais e nacionais. Na última edição, mais de 65 mil pessoas estiveram no evento, entre elas produtores, chocolateiros, empreendedores, chefs, pesquisadores, técnicos e consumidores. Além disso, 120 expositores, sendo 42 deles de marcas de chocolate da região, marcaram presença no festival.

Bombeira Civil representará Ipiaú no Concurso Garota Chocolate


Fabiana foi escolhida para representar Ipiaú.

Concorrendo com outras sete candidatas, a bombeira civil Fabiana Vieira, 22 anos, foi a vencedora da etapa municipal do Concurso Garota Chocolate. A escolha aconteceu na noite da última quarta-feira, 1º de Maio, no bar e restaurante Estação do Chopp, no Shopping Center Liberdade. No próximo sábado, 4, Fabiana que também é conhecida como “Fabi”, representará Ipiaú na etapa intermunicipal do concurso, oportunidade em que concorrerá com garotas de Jequié, Ibirataia, Gongogí, Apuarema, Ubatã e Barra do Rocha. O evento acontece às 21 horas na Praça Rui Barbosa. A vencedora da fase intermunicipal receberá o cetro, a coroa e a faixa das mãos da ubatense Laís Alves, Garota Chocolate 2018. (Giro/José Américo Castro).

Cacauicultores baianos poderão quitar dívidas com até 80% de desconto e acessarem crédito rural


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O deputado estadual Eduardo Salles articulou reunião, nesta segunda-feira (29), com o presidente da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), Francisco Miranda, o superintendente do Banco do Nordeste, José Gomes, o consultor de Relações Institucionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Nelson Fraga, e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (FAEB), Humberto Miranda, e técnicos dessas instituições financeiras. “O objetivo foi resolver um imbróglio de interpretação jurídica, que perdura há anos, e prejudica o desenvolvimento da cacaueira porque os produtores não podem quitar suas dívidas com as premissas da Lei 13.340 que permitiria a eles receberem descontos de até 80%, retirando juros de mora e outros encargos, e na sequência a possibilidade de concessão de novo crédito”, explica Eduardo Salles. (mais…)

Cultivo do cacau cabruca tem novas regras na Bahia


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Produzir mais cacau na mata atlântica, sem prejudicar a preservação do bioma. O que parecia um sonho, tanto para cacauicultores como para ambientalistas, agora pode se tornar realidade. Depois de várias discussões, foi publicada nesta quarta (17/4) a chamada “Portaria da Cabruca”, que define um novo modelo de manejo para o cacau cultivado junto com as outras árvores da mata, no meio do bosque. Cabruca é o sistema de produção agroflorestal em que a sombra das outras árvores ajuda no desenvolvimento do cacaueiro. A portaria, publicada no Diário Oficial, é assinada em conjunto pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hidricos (Inema).
“Além da certeza da preservação da mata atlântica, a portaria estimula a manutenção do agrossistema e o enriquecimento das cabrucas com espécies nativas, com ganhos ambientais. O cacau é uma planta conservacionista e graças a esse cultivo o sul da Bahia possui grandes áreas de Mata Atlântica. É um produto inserido na sustentabilidade econômica, social, cultural e ambiental”, diz o Secretário de Meio Ambiente da Bahia, João Carlos Oliveira. Ao contrário do cultivo a pleno sol, que é muito utilizado atualmente, as plantações no sistema cabruca são mas tradicionais. Elas começaram a ser implantada no sul da Bahia no fim do século XVIII pelos antigos desbravadores das florestas tropicais, e são consideradas patrimônio regional. Leia mais no CORREIO