Estudo constata que política é principal assunto das fake news no WhatsApp


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Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) constataram que as correntes de mensagens que contém informações falsas sobre política atingem mais usuários do que as conversas com desinformação de outros assuntos. O grupo de pesquisadores analisou durante um ano 120 grupo de troca de mensagens no aplicativo Whatsapp. Também foi percebido que as fake news sobre política também eram responsáveis por discussões mais longas e mais duradouras no aplicativo. Segundo o Estadão, os autores da pesquisa identificaram ainda um crescimento considerável em conversas políticas com dados falsos no período próximo as eleições. “Teve um pico enorme. O momento político favoreceu a discussão com fake news no WhatsApp”, disse um dos coautores do estudo, Josemar Alves, pesquisador de Ciência da Computação da UFMG.

Estudos sobre desinformação no WhatsApp ainda são raros por causa da natureza privada do aplicativo. As mensagens enviadas são criptografadas de ponta a ponta, o que quer dizer que não podem ser lidas por terceiros. Para driblar essa dificuldade, os pesquisadores selecionaram aleatoriamente na internet links de grupos públicos – aqueles em que qualquer um pode participar com uma URL de convite. Para o estudo “Caracterizando cascatas de atenção em grupos de WhatsApp” os pesquisadores coletaram 1,7 milhão de mensagens trocadas por 30,7 mil usuários nesses grupos entre outubro de 2017 e novembro de 2018. A maioria tinha discussão com temática política: 78 dos 120 grupos.

Estudantes podem renegociar Fies com Banco do Brasil pelo celular


Tomador não pode ser alvo de ações judiciais.

Os estudantes que contrataram o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) pelo Banco do Brasil e estão com prestações em atraso podem renegociar os débitos pelo celular. A instituição financeira criou um espaço no aplicativo para formalizar as renegociações. A ferramenta vale para estudantes que contrataram o financiamento até 2017, estão com atrasos acima de 90 dias e não são alvo de ações judiciais. O prazo de contratação vai até 29 de julho. A ferramenta de renegociação de operações do Fies por dispositivos móveis é oferecida em caráter exclusivo pelo Banco do Brasil. Para acessá-la, basta entrar no aplicativo do Banco do Brasil, clicar no menu Solução de Dívidas e escolher a opção Renegociar Fies.

Condições
Por meio da renegociação, o estudante poderá incorporar as prestações em atraso ao saldo devedor, gerando novo valor para a parcela a ser pago até o fim da operação. Caso o período de amortização (pagamento do principal da dívida) seja inferior a 48 meses, o cronograma de pagamento será ampliado até completar esse período. Em troca da adesão, o estudante terá de pagar uma entrada de pelo menos R$ 1 mil ou o equivalente a 10% do saldo consolidado da dívida vencida, prevalecendo o maior valor.

A renegociação exclusiva pelo aplicativo está disponível para as operações com garantia exclusiva do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGEDUC). A ferramenta também pode ser usada pelos clientes com fiador e para os serviços de consulta e de simulação. Nesses casos, porém, o cliente terá de ir a uma agência para concluir a renegociação iniciada no aplicativo.

Smartphones chineses se transformam em boa opção para brasileiros


Conheça três opções com bom custo-benefício.

Durante muito tempo, pensar em mercadorias chinesas era pensar em pirataria ou em tecnologia frágil. Esse tipo de produto não deixou de existir, mas a China produz muito mais que isso e, no ramo de tecnologia de smartphones, nos dá opções com um custo-benefício bastante interessante. Entre as marcas chinesas com tecnologia de ponta, destacam-se a Huawei e a Xiaomi. A primeira ultrapassou a Apple em 2018, se tornando a segunda maior vendedora de smartphones do planeta, atrás apenas da Samsung, com um aumento de mais de 50% nas vendas. A Xiaomi é a quarta, logo à frente de outra chinesa, a Oppo.

A Huawei está de volta ao Brasil, assim como a Xiaomi, mas com poucos modelos à venda. Por isso, quem quiser adquirir um celular das marcas, é melhor importar em sites chineses, como GearBest, ou comprar em sites nacionais como Mercado Livre e Amazon, que possuem mais modelos.

Na primeira opção, o valor é menor, mas o usuário vai pagar ainda uma taxa de importação da Receita Federal, além da mercadoria demorar até três meses para chegar. Na segunda, a segurança é maior e o smartphone chegará mais rápido, mas com um valor maior. A parte ruim de ambas é a garantia do vendedor, que é pequena, quando há.

Focamos em três aparelhos de valor semelhante: o Xiaomi Mi A2, o Huawei P20 Lite e o Honor 8X, este último fabricado por uma subsidiária da Huawei. Em comum, boas câmeras, bom desempenho, sensores de impressão digital e baterias duráveis.

O P20 Lite é o mais antigo deles, de 2017, e tem um sucessor bem mais potente, o P30, com câmera de 40 megapixels e zoom ótico. As outras marcas também contam com modelos mais suntuosos e caros. Tanto o Mi A2 quanto o 8X foram lançados em 2018.

Internet está ruim no celular? Veja maneiras de melhorar a conexão


Quatro maneiras de melhorar o sinal de internet do seu celular

Ficar sem conexão em um local onde há todas as condições para que a internet de seu celular funcione pode ser angustiante. Às vezes, isso ocorre quando você ficou por algum tempo em um algum lugar sem rede – túneis, elevadores ou locais sob a terra ou próximos de bloqueadores de sinal de celular – ou quando está conectado ao WiFi de casa ou do escritório e alterna para seu plano de dados do celular. É normal se frustrar por não ter cobertura em lugares onde deveria ser possível se conectar sem problemas, especialmente depois de passar algum tempo sem acesso à rede. Mas há quatro truques simples e que podem ser muito úteis nestas horas.

1. Ative e desative o modo avião – É uma forma fácil e rápida de tentar fazer com que seu celular volte a se conectar à internet. Ativar e desativar o modo avião funciona como quando desligamos e ligamos o aparelho, mas, neste caso, a única coisa desativada é a capacidade do telefone de receber sinais de telefonia e internet – e não demora tanto quanto reiniciar.

2. Reinicie o aparelho – Se a opção anterior não funcionou, então, o passo seguinte é reiniciar o celular. Essa forma é mais demorada, porque o celular tem de recuperar toda a informação guardada em sua memória, mas, assim como com computadores, desligar e religar o telefone pode ser muito eficaz.

3. Retire o cartão SIM – Às vezes, os problemas de conexão ocorrem porque o cartão SIM, um chip de memória que contém informações sobre a identidade do usuário do celular, está fora de posição ou danificado. Para checar isso, retire o chip enquanto o telefone estiver ligado e verifique se ele está na posição correta e se a banda metálica não está arranhada. Se o cartão SIM estiver danificado, é provável que tenha de pedir um novo para sua operadora. Se estiver apenas mal posicionado, a conexão deve voltar quando você recolocá-lo corretamente.

4. Atualize o sistema operacional – Isso ocorre principalmente com os celulares da marca Apple. Se a empresa fez uma atualização do sistema operacional iOS, podem ocorrer problemas tanto com a rede do telefone quanto com outras redes sem fio às quais tente se conectar. Basta atualizar o sistema operacional e reconfigurar as conexões de rede para ter certeza que todos os canais de conexão estão abertos. Se tudo isso não funcionar e você ficar sem conexão com frequência, entre em contato com o fabricante, porque pode haver algum defeito no seu celular – ou ainda na rede de sua operadora.

Nova versão WhatsApp vai bloquear print de conversas


Lembra quando as pessoas usavam o Snapchat e ficavam preocupadas em printar uma conversa? Parece que este momento está muito perto de chegar para os usuários do WhatsApp. De acordo com uma publicação do site especializado WABetaInfo, a nova atualização do aplicativo de troca de mensagens deve contar com essa funcionalidade: bloquear prints dos chats. A novidade, que ainda está apenas em fase de teste e não tem garantia de que será lançada, vem acompanhada do desbloqueio por digital. De acordo com a empresa, os lançamentos vão garantir mais proteção aos dados compartilhados pelos usuários. Para configurar o novo recurso, os usuários precisarão ir até os ajustes de privacidade. A plataforma dispõe de quatro modos de duração: “Imediatamente”, “Após 1 minuto”, “Após 10 minutos” ou “Após 30 minutos”. Tudo isso tem o objetivo de garantir mais proteção. Além de impedir capturas de telas das conversas, a versão que está em fase de teste vai trazer as abas “Stickers” e “Emoji” para organizar as imagens divertidas enviadas para os contatos. O primeiro está agrupado nas guias “Favoritos” e “Categorias”, que poderiam facilitar a busca no aplicativo. A novidade deve permitir também inserir adesivos em imagens, vídeos e GIFs.

Fies registra atrasos em 1 milhão de contratos


Do Estadão
A instabilidade no Ministério da Educação (MEC) desde o início do ano atrasou a concessão e a renovação de cerca de 1 milhão de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O levantamento foi feito pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), que estima também um atraso de R$ 2 bilhões em repasses para faculdades, referentes aos meses de janeiro e fevereiro. Das 100 mil vagas novas que foram ofertadas para o programa no primeiro semestre de 2019, 60% foram preenchidas, ou seja, tiveram estudantes selecionados para ocupá-las. No entanto, apenas 1.758 conseguiram finalizar o contrato com o banco. Há também o atraso nos aditamentos, que é a renovação semestral do benefício. O Estado apurou que, dos cerca de 1 milhão que deveriam ser renovados neste semestre, apenas 18,5 mil já passaram por todos os trâmites e terminaram de ser contratados.

Para os alunos que foram selecionados neste ano para o programa, o principal problema é a obtenção do Documento de Regularidade de Inscrição (DRI) ou de Regularidade de Matrícula (DRM), necessários para a contratação ou continuidade do financiamento, que não estão sendo emitidos por uma falha na transmissão de dados do governo federal. Já os aditamentos só começaram a ser processados nesta semana e as faculdades estão enfrentando problemas no sistema para completar a contratação.
“Não há uma governança bem feita para pressionar que o problema seja resolvido. Estamos em abril e a justificativa é a mesma há meses, de que há inconsistência no sistema. Como podem demorar tanto para resolver uma questão como essa? Deveria ser prioridade”, afirma Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp.